Lá no mundo

Às vezes, eu tenho de sair do barulho do mundo… sei que é lá que eu me lembro de que estou liberta… porque eu liberto-me antes de ser Livre… ser livre é Ser…

libertar-me é começar a tarefa de poder Ser…

É lá, no mundo, que eu aprendo que sou livre… mas, às vezes, eu só quero os pássaros, o musgo desta mesa inventada… estas árvores… o verde… a minha garganta… e o ar que passa melhor… passa sempre… eu só tenho de querer sentir… descoberto agora… o peito a ser livre… o peito que estremece com as notificações do telemóvel… como se me partissem ao meio… me lembrassem de que ainda estou aqui…

Ah!… pudesse eu ser livre… mesmo que com as notificações do telemóvel (ainda não sei ser livre, ser longe delas, mesmo que com elas a tocar… a estremecer, a magoar os ouvidos no peito…)… a verdade é que posso… só me esqueço disso… há sempre um pássaro a querer rasgar-me o ombro… pronto a libertar-me da gaiola que eu já não sou.

 

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