Sobre o que É a Felicidade

Sobre o que é a Felicidade? Viver segundo a Lei.

Não é o dinheiro, o amor, especialismos ou especifidades ou a fama… viver pela Lei, pelo Dharma, pela Vontade de Deus… nada se pode comparar. Uma vida inteira à procura disto nos lugares errados… a procurar o infinito no efémero… como?

Dizemos Deus e paramos. Não posso dizer mais. Eu arriscaria poesia, mas viriam outros outros conceitos e esses conceitos seriam do meu ego… aquilo a que ele chama de beleza… Deus não cabe. Deus não cabe na nossa mente, na nossa mente finita. Até começares a perceber que tu não és essa mente… Depois, vês Deus num sorriso… percebes a história de alguém famoso tão insignificante como a história de um anónimo (há mais, muito mais a decorrer nos bastidores da história que parece protagonista e, afinal, não é nada). Se eu continuasse a fazer tatuagens, a próxima seria “isto não significa nada”. Nisto está a paz de Deus, porque no teu “nada”, Ele pode entrar… e tu não podes conter as lágrimas… a Verdade é… vá lá… não posso ser rude… adjetivos são rudes para com Deus. Obrigada

Originally written in english, listening to “Vivo per Lei”, as a pretext to Listen to God.

About happiness. Living by Law. Not money, “love”, specialness or fame…living by Law, Dharma, God’s Will… nothing compared… a lifelong searching for this in the wrong places… looking for infinite in the ephemeral… how?

We say God and then we stop… I can’t say more… I would risk poetry, but then it would come another concepts and those concepts would be of my own ego… what “it” calls beauty… God doesn’t fit our mind, our finite mind… until You start realizing You are not that mind… Then, You see God in a smile… You realize a story of a famous person so meaningless or important like the story of an anonimous… if I was still doing tattoos, the next would be “this doesn’t mean anything”… in this lies the peace of God, because, in your “nothing”, He can come In… and you can’t contain tears… Truth is… come on… I can’t be rude… adjectives are rude to God. Thank you.

Thank You, Father. 

Márcia (nesta linha temporal, que não existe… portanto, por forma a tornar este texto de todos e a manter a entidade autoral real, vamos dizer, Filho)

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