Veja “Escolhas e Liberdade #ConversasDoAvesso VI com a Sara de Macau” no YouTube

Mais um grande #ConversasDoAvesso com a @Sara Leao, desta vez sobre escolhas em liberdade… Quantas vezes já deixamos de fazer o que queremos por ouvirmos as opiniões pouco favoráveis ao que fazemos? Quem seríamos sem o condicionamento ou, pelo menos, sem fazermos, porque gostam ou como seria a nossa vida se não tivéssemos deixado de fazer determinada coisa, porque em algum momento acreditamos que não éramos suficientemente bons, avaliando esse grau de suficiência pelo sucesso atribuído pelo “fora”? E isto não é a mentalidade que inspira a nossa educação? “Sou muito bom a matemática”… Porquê? “porque tiro ótimas notas”. Ou seja, deixamos que seja o resultado a dizer-nos em que é que somos bons. E isso é real? Por exemplo… #históriaDaMinhaVida: descobri que era “boa” a filosofia, porque tirei uma grande nota no primeiro teste sem nunca ter estudado. Mas a escrita esteve em mim desde sempre, sendo que, comparativamente, pela métrica do mundo, tenho muito mais sucesso na Filosofia e ensino do que na escrita. Pois bem… A Filosofia, enquanto formal, é passível de ser atirada pela janela… É uma ferramenta. A escrita cura-me. Não posso deitá-la fora. Pela lógica do mundo, deitaria a segunda ao “lixo”… Resguardando a primeira, porque essa paga contas. Ora, a primeira cansa-me, é o meu utensílio e, como tal, cansa. A segunda, escrita, une tudo, Filosofia, letras, ensino, etc… E apesar de ser a menos bem sucedida sob o ponto de vista do mundo, se deixo de escrever, fico doente. Então, de onde vem a verdade? Da opinião ou do que eu sinto? Eu sei que já sabemos que não queremos saber das opiniões dos outros (ironic mode), mas quantos de nós estamos nos nossos empregos, porque é suposto, escolhemos determinado curso, porque era suposto, estamos com determinado marido ou certa mulher, porque é suposto? A temática não é nova, mas urge perguntar : quem manda na nossa vida? Pela minha parte, vejo que cada vez mais adolescentes entram no modo “agradar” ou no “porque tem de ser”, situação que arrastam na vida…o curso, porque tem de ser, o amor e o sexo, a relação, o casamento… tudo porque tem de ser… a vida, porque tem de ser. Ora, parece-nos que a vida é vida sem razão de ser. É porque é. E cabe-nos, portanto, a nós Ser. Sermos exatamente aquilo que somos, mesmo que o mundo não aplauda ou não nos pague por isso. É aí que vamos fazer a descoberta do incondicional. É onde eu dou incondicionalmente, que eu descubro quem eu sou. Dou escrita e dou ensino/orientação independentemente do que recebo, quer seja paga, quer não. Não estou a dizer para me tomarem como modelo, é só para transportarem o raciocínio para a vossa vida. Onde sou incondicional? Onde dou sem receber nada? (não conta dar amor aos filhos… Conta, mas n é só isso… É algo independente de ter filhos ou não ter). Onde sou incondicional, a fazer o quê (gostem ou não gostem, receba ou não receba)?Mais um grande #ConversasDoAvesso com a @Sara Leao, desta vez sobre escolhas em liberdade… Quantas vezes já deixamos de fazer o que queremos por ouvirmos as opiniões pouco favoráveis ao que fazemos? Quem seríamos sem o condicionamento ou, pelo menos, sem fazermos, porque gostam ou como seria a nossa vida se não tivéssemos deixado de fazer determinada coisa, porque em algum momento acreditamos que não éramos suficientemente bons, avaliando esse grau de suficiência pelo sucesso atribuído pelo “fora”? E isto não é a mentalidade que inspira a nossa educação? “Sou muito bom a matemática”… Porquê? “porque tiro ótimas notas”. Ou seja, deixamos que seja o resultado a dizer-nos em que é que somos bons. E isso é real? Por exemplo… #históriaDaMinhaVida: descobri que era “boa” a filosofia, porque tirei uma grande nota no primeiro teste sem nunca ter estudado. Mas a escrita esteve em mim desde sempre, sendo que, comparativamente, pela métrica do mundo, tenho muito mais sucesso na Filosofia e ensino do que na escrita. Pois bem… A Filosofia, enquanto formal, é passível de ser atirada pela janela… É uma ferramenta. A escrita cura-me. Não posso deitá-la fora. Pela lógica do mundo, deitaria a segunda ao “lixo”… Resguardando a primeira, porque essa paga contas. Ora, a primeira cansa-me, é o meu utensílio e, como tal, cansa. A segunda, escrita, une tudo, Filosofia, letras, ensino, etc… E apesar de ser a menos bem sucedida sob o ponto de vista do mundo, se deixo de escrever, fico doente. Então, de onde vem a verdade? Da opinião ou do que eu sinto? Eu sei que já sabemos que não queremos saber das opiniões dos outros (ironic mode), mas quantos de nós estamos nos nossos empregos, porque é suposto, escolhemos determinado curso, porque era suposto, estamos com determinado marido ou certa mulher, porque é suposto? A temática não é nova, mas urge perguntar : quem manda na nossa vida? Pela minha parte, vejo que cada vez mais adolescentes entram no modo “agradar” ou no “porque tem de ser”, situação que arrastam na vida…o curso, porque tem de ser, o amor e o sexo, a relação, o casamento… tudo porque tem de ser… a vida, porque tem de ser. Ora, parece-nos que a vida é vida sem razão de ser. É porque é. E cabe-nos, portanto, a nós Ser. Sermos exatamente aquilo que somos, mesmo que o mundo não aplauda ou não nos pague por isso. É aí que vamos fazer a descoberta do incondicional. É onde eu dou incondicionalmente, que eu descubro quem eu sou. Dou escrita e dou ensino/orientação independentemente do que recebo, quer seja paga, quer não. Não estou a dizer para me tomarem como modelo, é só para transportarem o raciocínio para a vossa vida. Onde sou incondicional? Onde dou sem receber nada? (não conta dar amor aos filhos… Conta, mas n é só isso… É algo independente de ter filhos ou não ter). Onde sou incondicional, a fazer o quê (gostem ou não gostem, receba ou não receba)?

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