Que a liberdade nos benza

Que nos benza, nos prenda, nos benza de novo. Só quem nunca foi livre não sabe dos conflitos que a liberdade nos provoca… A liberdade de pensar: “e agora?”… “E agora que não tenho valores velhos para me dizerem o que fazer? E agora? A quem recorro?” Agora que Deus não é voz, mas um sentimento. Agora que Deus não é mandamento, mas a própria liberdade de ser e de dizer “O que fizeres está certo, porque o Fazes em amor e o que tu és é Amor”, dando ao que fazemos o único significado possível, o Que Somos. Amor. Quando a verdade do que fazemos não tem nada que ver com a factualidade do que fazemos, mas com o que somos, a Liberdade pode entrar. E ela é agressiva e meiga quando entra. Provoca dissonância e dissabor na mente. Mas ela é o que de mais puro nós podemos ser, ela é a encarnação do próprio Amor. É o Amor em Gente. A única forma de sermos liberdade, Amor. A única forma de sermos Amor, Liberdade.

Abaixo excerto da página #ElasDoAvesso no Facebook e no grupo de educação #ElasDoAvesso e #EscolaDoAtrio:

Que o amor nos benza. Que a liberdade nos sufoque ao ponto de nos rasgarmos por dentro. Rasgarmos valores que não servem, educações gastas que não prestam mais e que pensemos, acima de tudo, pela nossa cabeça.

@elasdoavesso “Sobre o fim do mundo… E o início dele, ou do Um. Do fim das castas e do fim das raças, ao fim dos sexos e dos géneros. E que este novo mundo nos traga o gole radical de sermos livres. E que bebamos desse elixir. O elixir d’Essa maluca que dá medo, #Liberdade.”

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