Dá-me azulejos e rosas, meu amor

Sento-me aqui… nesta janela inventada, num Porto que não me incomoda, que não faz barulho…

Tenho cuidado…  e escolho criteriosamente o lugar que vai albergar esta cerveja e o meu caderno. Sou quase íntima do Porto, ainda que cidade emprestada aos turistas… é difícil encontrar uma esplanada que não me lembre de casa… que me afaste o suficiente de lá, de casa, aqui… agora.

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É aqui

Aconteça o que acontecer… faça eu o que fizer, é aqui

Nos livros, na intuição (para dentro) que eu sou feliz

Mesmo que chore, mesmo que me doa

Mesmo que pareça que o meu peite abre, estilhaça Continue reading

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Cartas de Amor a J. VI

M. Augusto

Sei lá… não sei… não me perguntes o que se passa ou por que se passa… Acho que, eventualmente, um dia isto se vai curar… Mas eu devo achar que não tenho de ser feliz no amor… Nas relações amorosas… É como se… Isto não é para mim e eu vou acabar por ficar infeliz outra vez… Fico triste, porque te faço triste… E, um dia, se calhar vais embora…

Porque te gastei o coração.

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Cartas de Amor a J. V

Márcia Augusto

Sei que me temes a treva. Sei que corro o risco de nunca mais saber de ti a partir de hoje.

Também sei que te disse coisas duras…Coisas, algumas, que, provavelmente, não são verdade e foram o fel a falar, o fel que tu me provocas.

Porque eu não te sei amar, não sei isto de ficar vulnerável com alguém. Não sei isto de poder sofrer as texturas, a tua pele rugosa na minha a ser. Tenho medo de te amar. Continue reading

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