Perdão, Vergílio e Barbies na Descrição

Toda a gente sabe que eu deixei de brincar com barbies bastante cedo e houve momentos em que achei que eram deformadas, por causa dos joelhos e das mamas que fazem lembrar piões de brincar no cimento. Durante 26 anos, tentei esconder quem era e fingir que pensava como os outros. Depois, e de cada vez que me descubro, me ponho ao léu mesmo, percebo que toda a gente pensa bem perto de mim, afinal. Só não mostra. Porque valem mais o “Like” e a sombra do que a leveza de quem São. 

Agora o vídeo.

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Uma Borboleta Quer Dizer Metamorfose

Hoje, terminámo-nos. Não mais do que isto. Meia dúzia de frases bastarão… ou, porque nada irá chegar, fico-me pela meia dúzia.

Amanhã termino a borboleta que comecei, quando te conheci. Durámos o tempo de uma borboleta. E foi bom. Lembro-me de me dizeres que não querias que eu fosse efémera como uma borboleta… acho que o Universo te fez a vontade ou, no fundo, tu já sabias que eu me ia, quando ela acabasse. Continue reading

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A Criança Nova é mais do que Deus e do que os Filósofos todos

O tema desta próxima quinta-feira na Barca FM Rádio é a Criança Nova de Caeiro… mas é a nossa também…

Na próxima quinta-feira, inicio-me e arrisco-me… Falo da criança interior e sobre quão surdos andamos em relação a ela… decreto-a mais do que Deus e do que os filósofos todos e digo assim: “Não há de ser ela mais verdadeira/Que tudo quanto os filósofos pensam/ E tudo quanto as religiões ensinam?”

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«Em Tudo Eu Entrei Para Falhar» na Vice Portugal

Hoje, é um dia histórico para mim… um dia em que um texto puramente essencialista do #ElasDoAvesso sai numa revista multinacional, pelas mãos do meu querido Sérgio Felizardo que os e-mails uniram logo no início do ano… Obrigada ao Sérgio, obrigada à Vice… por me receberem sem padrões, sem ajustes… sem edições nem cortes… por eu poder ser Quem eu sou… Obrigada pela ousadia editorial. Obrigada. Continue reading

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Dá-me azulejos e rosas, meu amor

Sento-me aqui… nesta janela inventada, num Porto que não me incomoda, que não faz barulho…

Tenho cuidado…  e escolho criteriosamente o lugar que vai albergar esta cerveja e o meu caderno. Sou quase íntima do Porto, ainda que cidade emprestada aos turistas… é difícil encontrar uma esplanada que não me lembre de casa… que me afaste o suficiente de lá, de casa, aqui… agora.

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É aqui

Aconteça o que acontecer… faça eu o que fizer, é aqui

Nos livros, na intuição (para dentro) que eu sou feliz

Mesmo que chore, mesmo que me doa

Mesmo que pareça que o meu peite abre, estilhaça Continue reading

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Cartas de Amor a J. VI

M. Augusto

Sei lá… não sei… não me perguntes o que se passa ou por que se passa… Acho que, eventualmente, um dia isto se vai curar… Mas eu devo achar que não tenho de ser feliz no amor… Nas relações amorosas… É como se… Isto não é para mim e eu vou acabar por ficar infeliz outra vez… Fico triste, porque te faço triste… E, um dia, se calhar vais embora…

Porque te gastei o coração.

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