Escrever assim

É bom quando se escreve assim, como se tem de escrever… Sem contar. Sem saber sobre o que vou escrever. Quando começo numa história e acabo noutra. É bom. É como tudo o que viemos para ser, se calhar…

Sem regras, sem tetos, sem esqueletos para montar. Como toda a existência natural, livre, solta… como o vazio do amor, mesmo o da carne, nos provoca no fim… Continue reading

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A Número 3

Não sei por que se inventa tanta coisa na música. A música clássica parece unir-nos os cacos todos… parece que o que quer que nos possa faltar – até chegarmos às Fontes de Sophia –, Beethoven e outros nos trouxeram na música. E é só pôr a tocar que a oração se faz em notas. Não precisamos de dizer nada, pensar, desejar, pedir… é ganhar um sentido inquestionável e saber, sem que tenhamos que pensar sobre isso, que tudo o resto não existe. É a Sinfonia número 3 – Allegro con brio – e é o amor todo dentro do som que parece abrir-nos a orquestra dentro. Continue reading

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