O amor não tem glamour

O amor não é um rendado a esconder o medo… o medo de sermos feios ou de não sermos bonitos o suficiente quando despidos. O amor também não é sem roupa. Nem sabe o que isso é… isso… o medo de sermos feios, frios, descolorados e quebrados, nos vidros que ninguém vê e que nós achamos que há. Não há. Não há quebra possível em nós. Continue reading

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Da colher de Saramago e do Amor de chuchar os ossos

Não lhe disse, mas ela foi muito feliz com ele… Não lhe disse assim, como as coisas merecem ser ditas… Com verdade e como são, o mais próximas possível do que a língua nos permite… Com construções diretas e enfatizadas, cheias do verbo “ser”, o mais poético de todos os verbos, mesmo que no pretérito perfeito da vida… Fui feliz contigo. Continue reading

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Mulheres, Masturbação e Latim

Hoje vamos falar de um tema que é caro às mulheres. Às mulheres todas.

E, se me faltar o lirismo, perdoem-me, porque eu vou chamar as coisas pelos nomes.

Escrevo com Bach, na tentativa de amenizar as coisas. Amenizar porquê? Que tique ocidental, este de fazer parecer as coisas mais “clarinhas”, mais azul-bebé (há azul de bebé e azul de adulto?)… Essa coisa de simular uma realidade abaixo da realidade… mais “desenhadinha”, mais barbie, mais videoclip, mais… Mais qualquer coisa que não os ofenda. Tudo ofende os ocidentais. E os islâmicos é que são umas bestas (?). Mas isso fica para outra altura. Continue reading

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