Inevitavelmente Poesia, porque era, de certo modo, inevitável regressar a mim.

Deixei de escrever poesia aos 14 anos… por coisas, que nem eu hoje sei bem. Mas voltei. Sem rima ou com pouca, porque não acredito na construção, na palavra moldada. Sai como tem de sair. Pela métrica com que me sai, impõe-se como Poesia. Porque na prosa não cabe o amor (im)possível, assim, rítmico… Mais próximo do amor do Céu. Por isso, por tudo o que me esqueço, agora, Inevitavelmente Poesia.

I
II
III
IV
V
VI
VII
VIII
IX
Do urgentíssimo «Des» 
Inevitavelmente Poesia XI
Nos teus braços a molhar
O sangue puxado da minha cara
É preciso o absurdo. É preciso ser livre.
Sempre as rosas, meu amor
No chão de ferro sujo
Trópicos do (a) Ser
A violência da cidade a ser
Som Frutado

Poesia de Cordel (2019)

A Poesia, será sempre a Poesia
Os livros não se procuram, encontram-se
Poesia I
Poesia de Cordel
O que faço por dentro?