Inevitavelmente Poesia

Inevitavelmente Poesia, porque era, de certo modo, inevitável regressar a mim.

Deixei de escrever poesia aos 14 anos… por coisas, que nem eu hoje sei bem. Mas voltei. Sem rima ou com pouca, porque não acredito na construção, na palavra moldada. Sai como tem de sair. Pela métrica com que me sai, impõe-se como Poesia. Porque na prosa não cabe o amor (im)possível, assim, rítmico… Mais próximo do amor do Céu. Por isso, por tudo o que me esqueço, agora, Inevitavelmente Poesia.

I

II

III

IV

V

VI (Falta-me sem faltar)

VII

VIII

IX

Do urgentíssimo «Des» 

Inevitavelmente Poesia XI

Nos teus braços a molhar

O sangue puxado da minha cara

É preciso o absurdo. É preciso ser livre.

Sempre as rosas, meu amor

No chão de ferro sujo

Trópicos do (a) Ser

A violência da cidade a ser