As novidades do falso mundo

Gosto de pessoas volúveis, de pessoas de carne, ossos e alma dentro.
De pessoas que se deixam ir, que baixam os braços, que choram, que mandam tudo à merda e sofrem as dores do mundo. Ou de mundo nenhum, quando tudo é nada e nada serve.

Gosto de “re-significar”, ou de ressignificar, como é a forma correta e que eu, claro, não gosto.
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