O atrevimento de ser eu

Pedimos tanta coisa menos o atrevimento, o atrevimento de sermos. Pedi carros, valetes e viagens… E eu? Onde estava eu? No nada, enterrada ou talvez no Olimpo, à espera de ser chamada. Eu, fui sempre eu, prestes a chegar sem nunca ter chegado. Eu diluída no nada… Eu fundida com tudo. É o que acontece quando Sou. Sou nada, choro a cântaros e Ele. Sempre Ele. A minha história desaparece e sou Ele. A voz vem e sou Ele. Sempre Ele.

#ElasDoAvesso

Imagem: Adobe Spark Post

Imagem: Adobe Spark Post

 

Partilhar
error0

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *