Até quando, Filho de Deus?

Criámos produtivos ao invés de seres humanos. Quanto menos produtiva sou, mais producente me apaixono. Criar a partir do centro que se chama coração. Chega de fórmulas, chega de divisões. Chega de melhores, de doutores e de engenheiros, porque isso só dividiu o Homem. O Mundo e feito e parece imortalizar-se nos feitos que vêm do uno, do que não deseja para si mesmo, mas antes cria a favor e serve o todo que está consigo mesmo. Sem o Todo eu nada seria. Eu só posso existir se eu considero que o Todo, que a humanidade toda existe dentro de mim. Se eu acho que ela vive separada de mim, serei transeunte. Poderei saber que estou a sonhar, mas em nenhum momento terei a síntese do Uno, a síntese do Amor. Sem vocês, eu nada seria. Precisamente porque não há eu e vocês, há Um. Há um interesse Único que favorece a Todos. Enquanto não me enamoro Dele, nada crio, porque nada sou, porque apenas produtiva. Vamos deixar as produções de lado e aclamar o querido Deus vivo que está em todos, que e o Mesmo em todos. Sem vocês eu nada seria. Continue reading

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Sou dona da minha fé

Sou dona da fé, dona dos meus pensamentos. Tudo pode acontecer, parecer fora de mim, mas há uma coisa que bandidos e noite não me podem tirar… O poder de decidir onde coloco a minha fé, no mundo do irreal ou no mundo do Único Pensamento. E eu tomei a minha decisão. Está tomada. E eu sou livre. Oh… se sou, Pai! Uma coisa não me podem tirar: a fé que deposito nos meus pensamentos. Podem tirar-me tudo menos a escolha. A escolha do real. Continue reading

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Campos – Trova do Uno

Muito se fala de Campos… o homem da máquina, o poeta dos maquinismos em fúria… mas urge perguntar: trata-se de tanta fúria assim? Trata-se mesmo de cantar a Máquina, ou trata-se de outra civilização encoberta?… O pensamento que subjaz à máquina? O unicismo, ou o unanimismo, como o movimento francês lhe chamava…

Mas, ainda assim, parece-nos… urge ser mais do que isso. Pessoa, esotérico e exotérico, como a sua Poesia lhe exigia… não devia “deixar barato”, muito menos deixar coisas por dizer ou ainda dizer por dizer. Nada é ao acaso em Pessoa. Homem das letras, mas, antes de tudo, um filósofo, um minucioso pensador que não desistiu nunca da pergunta fundamental – Para que serve tudo isto? Continue reading

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Ricardo Reis – o indiferente ou o injustiçado?

Um contador de estórias em ode, um anunciador da Verdade sem império, um verdadeiro latinizante, porque a Verdade pede glória e a glória exige eruditos, não que a erudição lhe chegue, à Verdade, mas cabe-nos a nós, humanos e humildes ofícios da Verdade, cantá-la com nobreza no tom estoicista a que ela obriga. A Verdade passou ao lado, mas nem por isso deixou de lá estar. Este é Reis, mais a descoberto… mais desnudo, talvez, do que ele gostaria… Continue reading

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Musa Canta, morra ego sum

Dá-me ser o Cristo
Morra márcia, morra ego sum.
Que outro valor mais alto se alevanta.
Dá-me desfazer-me, Pai.
Uma última prece, que eu me desfaça.
Desfaça-se o nada, para que Tu possas entrar, ó Musa.
Canto-te, tento ensaiar o canto… mas nada te subverte, nada te copia.
Tentei ser tu e não conseguia.
Ó Santo.
Musa em mim que canta.
Já não sei quem sou.
E que liberdade esta de não saber quem sou.
Ou, ainda melhor, de não ser nada.
(Que eu não me perca, ouve-se uma voz pequenina
Parece o homem do leme
Aterrorizado, mas sem medo. Vai.)
Jung foi-se e Freud também.
Ninguém Te compreendeu.
Porque ninguém Te quis ser, Pai
Faltou-nos grandeza.
Que a musa não cesse.

Dáme ser o segredo que eu esqueci.
Dá-me roubar o peão da morte
Na caixa fechada.
Aturdida, roda. Não sou eu.
Dá-me ser eu.

MAA

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Ó Deus! Do dogmatismo sem prova.

Sobre o vídeo abaixo, do minuto 53 em diante (vale ver a palestra toda, eu não vi, mas vale para quem quer ver).

É exatamente isto! Há uns tempos atrás falávamos sobre isto… na Idade Média, a Religião ditava o que se podia dizer ou pensar. Hoje, a Ciência dita o que se pode dizer ou pensar. Acreditas em Deus? Tiveste uma experiência que os sentidos nao podem explicar? Uma menina disse umas palavras (de “Um Curso Em Milagres”) e viu o avô (que já morreu) a falar com ela? Nao pode, a Ciência não provou, é mentira. Cortem-lhe a cabeça, está louca, acabem com ela… Inquisição moral levada a cabo nas redes sociais, no trabalho, nas ruas… Isto não vos lembra nada? A mim lembra-me os livros da História Medieval, só que estamos a passar por ela novamente. Agora, a Religião é a Ciência que diz que quem encontrou caminhos diferentes, que a Ciência nao pode explicar, é mentiroso, está louco… Cortem-lhe a cabeça.

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Let’s sing a little prayer for You

Deus, eu venho aqui porque estou perdida. Não sei o que fazer. Foi-me pedido e eu aceitei, porque pedi isso, que desistisse do mundo, dos significados do mundo… e eu quero… mas eu não consigo descobrir, perceber o que o Espírito Santo quer… não consigo, Deus. Há aqui alguma vontade que me está a impedir… que eu estou a valorizar, que me impede. Peço-te, Deus… dá-me ser como Tu És, dá-me que a Tua Vontade seja feita, mesmo que eu não a compreenda aqui… não aguento mais este limbo. Aguento, mas não o quero… talvez precise de, de facto, não aguentar para saltar… só quando o degrau deixa de suster é que aceitamos passar para o próximo. Nada à minha volta tem significado, não posso acreditar em nada. Guia-me, Deus. Estou cega, surda-muda… não tenho nada a que me agarrar. Ajuda-me, Jesus, ajuda-me, Espírito Santo, a encontrar a saída, que é a entrada do Céu. Ajuda-me. O que é Verdade? O que me está a ser pedido para ser feito? O que deve ser feito, Poderoso Deus, querido Deus, amado Deus, amado Pai, dá-me a Tua Vontade; se importante, clarifica-me a Tua Vontade para que seja feita, se não é necessário, peço meramente que ela se efetive através de mim, que eu seja não um canal, mas algo merged, unido em Ti, na Tua Vontade, e A expresse. Não sei o que fazer. Guiem-me.  Vêm depois os momentos de loucura, riso e choro… sei que És Tu, Deus… Tu a Querer entrar, eu a desfazer-me para que Tu entres, entra logo Deus… não Te demores mais… Talvez seja eu que me demore, porque a minha chave ainda não é o molde da tua fechadura da porta… hoje, olhei para a chave e vi isso… por favor, torna a minha chave exatamente o molde da Tua entrada , Deus… como a chave da garagem… torna… desfaz-me em mil, ou desfaz os meus pedaços e dá-me a Unidade que me permite entrar em Ti, Deus… Dá-me… eu estou desfeita… não aguento mais estar assim… não sei estar no mundo assim.. não sei o que sou, o que faço… quem faço… não sei. Dá-me Ser que Tu és no mundo, ou ele perde completamente o significado e eu não sei viver aqui, sem Ti… o que faço?

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Odes a Deus

Once you exchange your special relationship with ego, you’re free to have your holy relationship with God, which is your holy relationship with everyone. Come over here, dear Unity, Love you all <3. «Strumming my pain with his fingers (yes he was singing my life) Singing my life with his words Killing me softly with his song» (Antiga Canção Esquecida – UCEM. J diz que quando despertarmos, nos lembraremos da canção esquecida, ela nunca cessou. A cantiga é algo de musa, algo de poético, de verdade profunda em nós a ser, mas a música porque une símbolos (palavras, coração, som… une a especificidade num só) parece aproximar-se disso… a Canção é a Unidade. E que a Unidade nos mate suavemente… quer dizer,a ilusão da invidualidade. Sejam felizes, sempre. Com amor, a Unidade.

Nota: quando escrevia, sentia que algo falava comigo, que não era eu, eu separada.. eu, márcia… não sabia quem era… mas era uma voz bonita, que me libertava… hoje, não a Voz, mas a audiente, depurou-se… já não ouço palavras… ouço sensações de verdade que coloco em palavras, que se afastam da realidade, tal como o mundo, mas a refletem. Mata-me, J. Mata-me, Espírito. Kill my little me, and get over here. Vem para o trono. Ele está vazio. Vem.

«Strumming my pain with his fingers (yes he was singing my life) Singing my life with his words Killing me softly with his song» (Antiga Canção Esquecida – UCEM. J diz que quando despertarmos, nos lembraremos da canção esquecida, ela nunca cessou. A cantiga é algo de musa, algo de poético, de verdade profunda em nós a ser, mas a música porque une símbolos (palavras, coração, som… une a especificidade num só parece aproximar-se disso… a Canção é a Unidade. E que a Unidade nos mate suavemente… quer dizer,a ilusão da invidualidade. Sejam felizes, sempre. Com amor, a Unidade) Nota: quando escrevia, sentia que algo falava comigo, que não era eu, eu separada.. eu, márcia… não sabia quem era… mas era uma voz bonita, que me libertava… hoje, não a voz, mas a audiente depurou-se… já não ouço palavras… ouço sensações de verdade que coloco em palavras, que se afastam da realidade, tal como o mundo, mas a refletem. Mata-me J. Mata-me, Espírito. Kill my little me, and get over here. Vem para o trono. Ele está vazio. Vem.

Song to God

Once you dedicate to God every single song you sang to the ego, your life will change, because you are no more echoing to nothing, you are echoing your Heart to beloved God, Unity, who you really are, truth expressed. Be patient, be love, be Who you are. Love.

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Teofania

11/10/2018

Pai, se me desses um desejo, um único que fosse, esse seria viver/reconhecer-me como Tu me criaste. Sem conflitos, sem ódios, sem desejos separados de Ti, sem ver os meus irmãos como atacantes separados (eu como atacante separada)… pedir-Te-ia para Te ver, Te sentir como Tu És em mim. Pediria para que a “minha” real essência tomasse conta de tudo, pediria para que todos os meus irmãos fossem vistos como iguais, como Um. Pediria para não ter mais medo. Pediria para ser como me criaste. Que eu seja como Tu me criaste, Pai. Amo-te. 

Lição 92, UCEM – Milagres são vistos na luz e a luz e a força são uma só.

Um Curso Em Milagres, PDF Aqui

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